O presente artigo compartilha as vivências do autor no confronto íntimo entre o fanatismo pelo futebol e as ideias de ponta da Conscienciologia. O contexto da superação do traço fardo (trafar), conquistado com a aplicação teórica e prática (teática) de técnicas conscienciológicas, está amplamente detalhado neste material. Os 3 anos iniciais de autoexperimentações (2015 a 2017), realizadas a partir da mudança de hábitos e da aquisição de novas formas de se pensar, consolidaram no autor a autoconscientização multidimensional e permitiram o abandono dos comportamentos inadequados de torcedor fanático. A exposição escrita deste processo constitui-se em uma das etapas finais da autorreciclagem. Ademais, pode ter utilidade para esclarecer pessoas que estejam vivenciando situação semelhante.
Homo Projector Daniel Mamede v. 05 n. 02 - JUL/DEZ – 2018 – Parte 1 (2018-07)